( 2019 ) 

Animação 104 minutos Brasil.  Zoé descobre não pertencer ao nosso mundo e atravessa o portal que a conduz à Elymia, onde ela é a única esperança de salvar o reino da tirania de um Bruxo. 

FINANCIADO POR:

PRODUZIDO POR:

COM APOIO DA:

DISTRIBUÍDO POR:

Natali Braga

( argumentista )

Silvio Toledo

( Diretor, Roteirista e Produtor )

Ma.Alice Gadelha

( Zoé )

Natália Sá

( Lamparina Adulta )

Cely Farias

( Lamparina Jovem )

Fernando Teixeira

( Tempestança)

Ubiratan Di Assis

( Mestre Mago )

Moisés Freire

( Samuel )

Adriano Freire

( Erick)

Daniel Toledo

( Oliver)

Ana Guedes

( Raio de Sol Adulta)

Amanda Janynne

( Raio de Sol Jovem )

A Princesa de Elymia é uma produção brasileira e custou  375 vezes menos que Moana da Disney.  É também o filme de longa-metragem de animação brasileiro de menor custo da década, e possivelmente o que levou o maior tempo de produção devido ao alto grau de  detalhe requerido.

Perto de 1 milhão de imagens separadas foram geradas em computador. Estas imagens foram compostas nos quadros do filme e quando exibidas numa velocidade de 24 imagens por segundo elas criam a ilusão de movimento. Cada imagem dessa recebe o nome em inglês de "frame", que significa quadro.

Os computadores  levavam de 15 minutos a 12 horas de processamento para gerar as imagens individuais do filme após os artistas de animação terem criado as posições dos personagens.

A Princesa de Elymia é  o primeiro filme de animação brasileiro realizado no Estado da Paraíba.   A produção iniciou em 2013 e só foi concluída em 2018. Embora a maior parte do trabalho tenha sido feita por 6 pessoas,  cerca de 40 pessoas trabalharam no projeto.

O Brasil não tem muitos artistas de animação. Hollywood importa talentos do mundo inteiro para poder realizar as mega-produções com até 2 mil artistas envolvidos. Então é injusto comparar a produção nacional com a mega-estrutura deles, mas é muito importante o filme nacional porque ele garante a nossa liberdade de expressão e preservação de nossa identidade  cultural. De outra forma, seríamos meros repetidores da cultura estrangeira e sem criatividade.